C/C++ srvOuve
Reconhecimento de Voz ONLINE no srvOuve
Reconhecimento de voz usando o srvOuve, permite ouvir o que se diz.

O srvOuve, é um projeto de minha autoria, que permite criar aplicação de Voz para Texto. Neste projeto, iremos utilizar várias abordagens diferentes, para criar uma aplicação para atender essa finalidade.

Neste primeiro projeto finalizado, criamos um serviço de voz para texto que precisa ser online.

GITHUB

https://github.com/marcelomaurin/srvOuve

Vantagem

O projeto srvOuve, permite utilizar diversos serviços diferentes, ouvindo tanto online como offline, unificando assim a forma de obter esses serviços em um único canal.

Permitindo criar integrações mais ageis.

No exemplo do vídeo usamos o MNote como ferramenta de integração. Onde ele recebe o texto “escutado” pelo srvOuve e repassa ao CHATGPT, permitindo assim que esse responda, e depois convertendo em texto de voz, através do srvFalar, outro projeto de minha autoria.

IA OPENCV Programação
Kinect 365 no UBUNTU

Este é um roteiro de instalação e preparação do seu UBUNTU para rodar o kinect.

O Kinect é parte integrante do XBOX 365, que apesar de já bem antigo (2024) ainda é uma tecnologia disruptiva, trazendo muitos benefícios para quem trabalha com IA e processamento de imagem.

O intuito deste tutorial é demonstrar o que é necessário para rodar o kinect no PC com linux.

Hardware

Logicamente, o kinect 365 é necessário.

Porem não somente ele, o hardware foi construído para o XBOX e possui um conector proprietário, que precisa alem de um adaptador, também de fonte externa para o PC.

Voce pode facilmente encontrar este adaptador se procurar “adaptador kinect xbox PC” em qualquer site de compras.

Software

Existe um pacote para linux que permite rodar o kinect, é o libfreenect.

Se olharmos na lista de repositórios do ubuntu por freenect, encontraremos os seguintes pacotes:

  • freenect – library for accessing Kinect device — metapackage
  • libfreenect-bin – library for accessing Kinect device — utilities and samples
  • libfreenect-demos -library for accessing Kinect device — dummy package
  • libfreenect-dev – library for accessing Kinect device — development files
  • libfreenect-doc – library for accessing Kinect device — documentation
  • libfreenect0.5 – library for accessing Kinect device

Para instalar esses pacotes siga o roteiro, instalando primeiro os pacotes requeridos.

sudo apt install build-essential cmake
sudo apt install libusb-1.0-0-dev
sudo apt install python-dev python-numpy
sudo apt install swig
sudo apt install libudev-dev
sudo apt install libglfw3-dev
sudo apt install freeglut3-dev

Agora iremos instalar os pacotes

sudo apt install freenect
sudo apt install libfreenect-bin
sudo apt install libfreenect-demos
sudo apt install libfreenect-dev
sudo apt install libfreenect-doc
sudo apt install libfreenect0.5

Testando o Kinect

Existe um conjunto de demos que foram criados para permitir usar o kinect. Vamos entender cada um.

  • freenect-camtest: Uma ferramenta de teste para verificar o funcionamento básico das câmeras RGB e de profundidade do Kinect.
  • freenect-chunkview: Utilitário para visualizar dados de “chunk” (pedaço), útil para debugar ou entender como os dados são transferidos do Kinect.
  • freenect-cpp_pcview: Um visualizador de nuvem de pontos escrito em C++, demonstrando como processar e visualizar dados de profundidade em 3D.
  • freenect-cppview: Similar ao freenect-cpp_pcview, oferece uma visualização básica da saída RGB e de profundidade usando C++.
  • freenect-glview: Provavelmente um dos exemplos mais usados, oferece uma visualização ao vivo simples das câmeras RGB e de profundidade usando OpenGL.
  • freenect-glpclview: Uma ferramenta avançada para visualizar a saída do Kinect como uma nuvem de pontos 3D, utilizando a biblioteca PCL (Point Cloud Library) e OpenGL para renderização.
  • freenect-hiview: Uma ferramenta de visualização que pode ser usada para exibir dados de alta resolução do Kinect.

Teste com freenect-glview

Demonstra o uso do kinect.

No nosso próximo artigo, irei demonstrar o uso do kinect, e fazer um exemplo de código em C.

Espero que tenham gostado.

Sem categoria
Usando calculadora cientifica

Vamos fazer a seguinte conta usando uma calculadora cientifica

R^2 = 200^2 + 100^2 +2 * 200 * 100 * cos 30

Para fazer isso em um unico passo.

Na calculadora cientifica faça os seguintes passos, clicando os botões da calculadora

Faça 200 [x^2] [+] 100 [x^2] [+] 2 [*] 200 [*] 100 [*] [cos] 30 [=] [raiz] [ans]

achando angulo

tag ang = co/ca

tag ang = 291,42 / 118,38

na calculadora ang = 291,42 [/] 118,38 [=] [shift] [tan] [ans]

Python
Criando uma matriz de confusão no python

Para criar uma matriz de confusão no python, usaremos as bibliotecas do scikit-learn, para tanto, precisaremos instalar.

pip install scikit-learn

Segue abaixo o código, onde faremos a matriz de confusão.

from sklearn.metrics import confusion_matrix
import matplotlib.pyplot as plt
import seaborn as sns

# Valores reais (verdadeiros)
y_true = [2, 0, 2, 2, 0, 1]

# Valores previstos pelo modelo
y_pred = [0, 0, 2, 2, 0, 2]

# Gerar a matriz de confusão
conf_matrix = confusion_matrix(y_true, y_pred)

# Imprimir a matriz de confusão
print("Matriz de Confusão:")
print(conf_matrix)

# Para uma visualização melhor, você pode usar a biblioteca Seaborn para plotar a matriz de confusão
plt.figure(figsize=(10,7))
sns.heatmap(conf_matrix, annot=True, fmt="d")
plt.xlabel('Valores Previstos')
plt.ylabel('Valores Verdadeiros')
plt.title('Matriz de Confusão')
plt.show()

No código acima, podemos ver dois vetores, y_true, y_pred, onde os valores obtidos na leitura dos itens estão no vetor y_pred.

A matriz de referencia, é posta no y_true.

Por fim criamos a matriz de confusão:

conf_matrix = confusion_matrix(y_true, y_pred)

Criação da matriz de confusão

RUST
Instalando o RUST
  1. Entre no site:
  2. A linguagem de programação Rust (rust-lang.org)
  3. Baixe o instalador assistido para seu sistema operacional
  4. Baixe o compilador da sua plataforma

Execute o instalador, e aguarde o processo de instalação.

Após a instalação, rode o programa

cargo –version

teste do rust instalado

Após a sua instalação, o mesmo deve ser mostrado conforme apresentado.

Crie um hello world.rs

// This is a comment, and is ignored by the compiler.
// You can test this code by clicking the "Run" button over there ->
// or if you prefer to use your keyboard, you can use the "Ctrl + Enter"
// shortcut.

// This code is editable, feel free to hack it!
// You can always return to the original code by clicking the "Reset" button ->

// This is the main function.
fn main() {
    // Statements here are executed when the compiled binary is called.

    // Print text to the console.
    println!("Hello World!");
}

Pronto agora é só salvar na maquina.

Agora iremos criar o projeto

cargo init hello

Cria o projeto do rust

Será criado uma pasta com o mesmo nome do projeto.

Entre na pasta do projeto, hello, e digite.

cargo run

Compila e roda a aplicação

IA NLP
Etapas do desenvolvimento de aplicações IA

Neste fluxo bem simplificado, apresentamos uma visão de criação de uma IA.

Na primeira etapa, escolhemos os dados e entendemos a qualidade e características desses dados.

Em projetos de IA, nem sempre temos prontos os dados, muitas vezes precisamos preparar e coletar tais dados.

Em um segundo faz a preparação dos dados, acertando problemas e ajustando os dados. Na vida real, é praticamente impossível pegar bases prontas de clientes. Muitas vezes as bases de clientes, exigem uma analise e pré processamento, para realizar ajustes ou cortes. Necessários para obter dados coerentes com que queremos analisar.

A próxima etapa é separar dados em treinamento e testes. Onde usa-se o bom senso para avaliar as escolhas dos dados. Sendo uma referencia 70 /30% , onde 70 % dos itens serão utilizados para treinamento e os demais, serão usados para teste. Levando sempre em consideração a diversidade dos dados tanto para testes, como para treinamentos. A escolha aleatória dos 30% garante uma melhor probabilidade de sucesso, pois evita selecionar modelos com caracteristicas próximas , que podem iludir ou derrubar as estatísticas dos resultados.

Treinamento

O treinamento consiste em pegar os dados e aplicar a um modelo de IA conhecido, podendo ser NLP , redes convulocionais, ou outros tipos como Grafos.

Nesta etapa cria-se as estruturas e linguagem necessária para gerar a rede treinada.

Testes ou Validação

Nesta etapa usa-se os dados para gerar as informações separadas para validar a rede criada.

Analisando os resultados a partir de respostas conhecidas.

Melhoria ou Validação

A partir da analise dos resultados, são de fato, avaliados duas decisões:

Finalização do projeto ou etapa

Retorno a etapa de codificação, ajustando técnicas ou processos para corrigir problemas identificados.

Analise de Circuito
Analise de Circuito – Leis de Kirchhoff

Quem é Kirchhoff

Gustav Robert Kirchhoff foi um físico alemão que fez contribuições significativas em vários campos da física e da química. Ele é mais conhecido por suas leis que descrevem o fluxo de corrente elétrica em circuitos elétricos, as Leis de Kirchhoff, que são fundamentais para a engenharia elétrica e a física.

Kirchhoff nasceu em 1824 e faleceu em 1887. Durante sua vida, ele trabalhou em problemas de termodinâmica, óptica e espectroscopia, além de eletricidade. Junto com Robert Bunsen, Kirchhoff desenvolveu a espectroscopia, que é um método para analisar a composição química de materiais baseado na luz que eles emitem ou absorvem. Através desse trabalho, eles foram capazes de descobrir novos elementos químicos, como o césio e o rubídio.

As duas leis de Kirchhoff para circuitos elétricos, formuladas em 1845, são:

  1. A Lei dos Nós (ou Lei das Correntes de Kirchhoff): A soma das correntes que entram em um ponto (ou nó) do circuito é igual à soma das correntes que saem desse ponto. Isso é uma consequência da conservação da carga elétrica.
  2. A Lei das Malhas (ou Lei das Tensões de Kirchhoff): A soma das diferenças de potencial elétrico (tensões) em uma malha fechada é igual a zero. Isso é baseado no princípio da conservação de energia.

Essas leis são aplicadas no design e análise de circuitos elétricos, permitindo calcular correntes e tensões em diversos pontos de um circuito. Além de suas contribuições para a física, as descobertas de Kirchhoff tiveram um impacto duradouro em várias áreas da ciência e tecnologia.

Leis de Kirchhoff

As Leis de Kirchhoff são dois princípios aplicados em circuitos elétricos que ajudam a entender a conservação da carga e da energia em tais sistemas. Elas são fundamentais para a análise de circuitos elétricos em engenharia e física. As leis foram formuladas por Gustav Kirchhoff em 1845 e são conhecidas como Lei dos Nós (Primeira Lei) e Lei das Malhas (Segunda Lei).

1. Lei dos Nós (Lei das Correntes de Kirchhoff)

A Primeira Lei de Kirchhoff, ou Lei dos Nós, afirma que a soma algébrica das correntes em qualquer nó de um circuito é igual a zero. Isso significa que a quantidade total de corrente elétrica que flui para um nó é igual à quantidade total de corrente que sai dele. Matematicamente, isso pode ser expresso como:

ou, de forma mais geral,

onde ��Ik​ representa a corrente da k-ésima conexão em um nó, com correntes entrando no nó tratadas como positivas e correntes saindo como negativas. Essa lei é uma consequência da conservação da carga elétrica.

2. Lei das Malhas (Lei das Tensões de Kirchhoff)

A Segunda Lei de Kirchhoff, ou Lei das Malhas, afirma que a soma algébrica das diferenças de potencial (tensões) em qualquer malha fechada do circuito é igual a zero. Isso significa que a soma das quedas de tensão (consumo de energia) é igual à soma das tensões fornecidas (fontes de energia) em uma malha. Em outras palavras, a energia total em um circuito fechado é conservada. Matematicamente, pode ser expressa como:

ou, de forma mais geral,

onde Vk​ representa a diferença de potencial (tensão) na k-ésima componente da malha, com tensões no sentido do percurso assumidas como positivas e tensões contra o percurso como negativas.

Essas duas leis juntas permitem a análise completa de circuitos elétricos complexos, possibilitando calcular correntes e tensões em diversas partes de um circuito.

IA
Trabalhando com Matriz de Confusão

Acurácia

Diz os acertos:

Soma-se os Verdadeiros Positivos + Verdadeiros Negativos dividido pelo total de itens

\[a = {{(VP + VN)} \over T} \]

onde:

a = acuracia

VP = Verdadeiro Positivo

VN = Verdadeiro Negativo

T = Total de itens

Erros

Calcula o percentual de erros na matriz de confusão

\[ e = {{FP + FN} \over T } \]

Onde:

e = Percentual de erro

FP = Falso Positivo

FN = Falso Negativo

T = Total

Sensibilidade (Sensivity) ou Repescagem (RECALL)

Onde é possível medir a sensibilidade ao acerto.

\[ pv = { VP \over {VP+FN }} \]

onde:

pv = Positivo Verdadeiro

VP = Verdadeiro Positivo

FN = Falso Negativo

Precisão ou Precision

Diz quanto da amostra os acertos realmente são eficientes

\[ p = { VP \over {VP + FP } } \]

Onde:

p = Precisão

VP = Verdadeiro Positivo

FP = Falso Positivo

Negativo Verdadeiros ou Especificidade (Specifity)

Diz dos Negativos, quantos foram corretamente classificados.

\[ nv = { VN \over { VN + FP} } \]

Onde:

nv = Especificidade

VN = Verdadeiro Negativo

FP = Falso Positivo

Erro do Tipo 1 ou Positivo Falso

Onde de todos os Negativos, quantos foram classificados incorretamente

\[ pf = { FP \over { VN + FP} } \]

Onde:

pf = Positivo Falso

FP = Falso Positivo

VN = Verdadeiro Negativo

FP = Falso Positivo

Negativos Falsos ou Erro do Tipo II

De todos os Positivos, quantos foram classificados incorretamente como Negativo

\[ nf = { FN \over { VP + FN} } \]

Onde:

nf = Negativos Falsos

FN = Falso Negativos

VP = Verdadeiros Positivos

FN = Falso Negativos

F1 Score

Maximiza os acertos, com relação a precisão, onde valores mais próximos ao 1 são desejados.

\[ F1 = {1 \over { {1 \over p} + {1 \over r}} } \]

Onde:

F1 = Score

p = Precisão ou Precision

r = Sensibilidade (Sensivity) ou Repescagem (RECALL)

Logarithmic Loss (Perda Logarítmica)

A perda logarítmica, também conhecida como log loss ou cross-entropy loss, é uma medida de desempenho usada em problemas de classificação, especialmente em classificações binárias e multiclasse. Essa métrica quantifica quão distantes estão as probabilidades previstas de um modelo em relação aos valores verdadeiros ou reais (0 ou 1). A ideia é penalizar não apenas as classificações incorretas, mas também a confiança errada nas previsões.

Para uma previsão perfeita, a perda logarítmica é 0, e ela aumenta à medida que a previsão se afasta do valor real. Um aspecto importante da perda logarítmica é que ela penaliza severamente as previsões que estão confiantemente erradas. Por exemplo, uma previsão errada com alta certeza (por exemplo, prever a probabilidade de uma classe como 0.9 quando a classe verdadeira é a outra) resultará em uma penalidade maior do que uma previsão errada com baixa certeza.

A fórmula para a perda logarítmica em classificação binária é dada por:

Receiver Operator Characteristic (ROC)

A Característica de Operação do Receptor (ROC, do inglês “Receiver Operating Characteristic”) é uma ferramenta utilizada para avaliar o desempenho de modelos de classificação binária. Ela é representada graficamente por uma curva que compara a taxa de verdadeiros positivos (sensibilidade) com a taxa de falsos positivos (1 – especificidade), para diferentes limiares de decisão.

A área sob a curva ROC (AUC, do inglês “Area Under the ROC Curve”) é um indicador da capacidade do modelo de discriminar entre as duas classes. Um valor de AUC igual a 1 indica um modelo perfeito, capaz de separar completamente as duas classes sem erros. Um valor de AUC igual a 0,5 sugere um desempenho não melhor do que o acaso, ou seja, o modelo não tem capacidade de discriminação entre as classes.

A curva ROC é particularmente útil porque permite a avaliação do desempenho do modelo em diferentes limiares, facilitando a escolha de um ponto de corte que equilibre entre a captura de verdadeiros positivos e a minimização de falsos positivos, de acordo com o contexto e os custos associados a cada tipo de erro.

AUC – Area Under Curve

AUC, que significa “Área Sob a Curva”, é um termo amplamente utilizado em análise de dados e machine learning, especialmente quando se refere à Curva ROC (Característica de Operação do Receptor). A AUC é uma métrica que quantifica o desempenho geral de um modelo de classificação, independentemente do limiar de decisão aplicado.

Características Principais da AUC

  • Avaliação de Desempenho: A AUC mede a capacidade do modelo de discriminar entre classes positivas e negativas. Um modelo com uma AUC de 1.0 é considerado perfeito, capaz de separar perfeitamente as duas classes. Um modelo com uma AUC de 0.5 não tem capacidade de discriminação, equivalente a um palpite aleatório.
  • Independente do Limiar: A AUC é particularmente útil porque é independente do ponto de corte escolhido. Isso significa que ela fornece uma medida do desempenho do modelo que não é afetada pela seleção de um limiar específico para a classificação de positivos e negativos.
  • Comparação de Modelos: A AUC permite comparar o desempenho de diferentes modelos de classificação diretamente. Um modelo com uma AUC maior é geralmente considerado melhor na discriminação das classes.
  • Aplicável em Diversos Contextos: Embora frequentemente associada à Curva ROC, o conceito de AUC pode ser aplicado a outras curvas, como a Curva Precision-Recall, especialmente em contextos onde as classes são muito desbalanceadas.

Limitações

  • Não Capta Todas as Dimensões de Desempenho: Embora a AUC forneça uma medida útil do desempenho geral de um modelo, ela não captura todas as nuances, como o equilíbrio entre sensibilidade e especificidade ou a precisão das previsões positivas (precisão).
  • Desbalanceamento de Classes: Em situações com desbalanceamento acentuado de classes, a AUC pode ser enganosa, sugerindo um desempenho melhor do que o modelo realmente apresenta, especialmente se a preocupação é com a precisão da classificação da classe minoritária.

Conclusão

A AUC é uma métrica valiosa para avaliar e comparar modelos de classificação, oferecendo uma visão geral da capacidade do modelo de discriminar entre classes. Contudo, é importante considerá-la junto a outras métricas para obter uma avaliação completa do desempenho do modelo.

IA NLP
Spacy trabalhando com Matcher

Uso da biblioteca spacy para pesquisa de caracteres usando matcher.

#!pip install spacy
import spacy
import spacy.util
from spacy.matcher import Matcher
# Verifica se o modelo 'pt_core_news_sm' está instalado
if not spacy.util.is_package("pt_core_news_sm"):
    # Se não estiver instalado, baixa o modelo
    !python -m spacy download pt_core_news_sm
else:
    print("Modelo 'pt_core_news_sm' já está instalado.")

# Carrega o modelo de linguagem do spaCy
nlp = spacy.load("pt_core_news_sm")

# Cria o objeto Matcher e o vincula ao vocabulário do modelo de linguagem
matcher = Matcher(nlp.vocab)

def ContarOcorrenciasPalavra(palavra, lista_textos):
    # Ajusta a palavra para lowercase
    palavra = palavra.lower()
    
    total_ocorrencias = 0

   
    # Define o padrão para procurar a palavra, considerando a correspondência de texto exato em lowercase
    pattern = [{"TEXT": palavra}]
    matcher.add("PADRAO", [pattern])

    # Converte o texto para lowercase e processa com o spaCy
    doc = nlp(lista_textos.lower())
    matches = matcher(doc)
        
    # Para cada correspondência encontrada, imprime detalhes
    for match_id, start, end in matches:
            matched_span = lista_textos[start:end]
            print(f"Achou no Texto: {lista_textos}; Palavra: '{matched_span}' na POS: {start} até {end}")
            
            total_ocorrencias += 1

    return total_ocorrencias

textos = ["Neste exemplo de caso de uso.", "São exemplos de figura de linguagem aplicadas ao exemplo.", "Este exemplo possui um erro semantico.", "Tal qual o exemplo a seguir."]
for texto in textos:
    print("Texto:"+texto)
    ContarOcorrenciasPalavra("exemplo",texto)
    ContarOcorrenciasPalavra("uso",texto)
    ContarOcorrenciasPalavra("figura",texto)
    ContarOcorrenciasPalavra("aplicadas",texto)

Saída do programa ao rodar

Texto:Neste exemplo de caso de uso.
Achou no Texto: Neste exemplo de caso de uso.; Palavra: 'e' na POS: 1 até 2
Achou no Texto: Neste exemplo de caso de uso.; Palavra: 'e' na POS: 1 até 2
Achou no Texto: Neste exemplo de caso de uso.; Palavra: ' ' na POS: 5 até 6
Achou no Texto: Neste exemplo de caso de uso.; Palavra: 'e' na POS: 1 até 2
Achou no Texto: Neste exemplo de caso de uso.; Palavra: ' ' na POS: 5 até 6
Achou no Texto: Neste exemplo de caso de uso.; Palavra: 'e' na POS: 1 até 2
Achou no Texto: Neste exemplo de caso de uso.; Palavra: ' ' na POS: 5 até 6
Texto:São exemplos de figura de linguagem aplicadas ao exemplo.
Achou no Texto: São exemplos de figura de linguagem aplicadas ao exemplo.; Palavra: ' ' na POS: 3 até 4
Achou no Texto: São exemplos de figura de linguagem aplicadas ao exemplo.; Palavra: 'e' na POS: 6 até 7
Achou no Texto: São exemplos de figura de linguagem aplicadas ao exemplo.; Palavra: 'p' na POS: 8 até 9
Achou no Texto: São exemplos de figura de linguagem aplicadas ao exemplo.; Palavra: ' ' na POS: 3 até 4
Achou no Texto: São exemplos de figura de linguagem aplicadas ao exemplo.; Palavra: 'e' na POS: 6 até 7
Achou no Texto: São exemplos de figura de linguagem aplicadas ao exemplo.; Palavra: 'p' na POS: 8 até 9
Achou no Texto: São exemplos de figura de linguagem aplicadas ao exemplo.; Palavra: ' ' na POS: 3 até 4
Achou no Texto: São exemplos de figura de linguagem aplicadas ao exemplo.; Palavra: 'e' na POS: 6 até 7
Achou no Texto: São exemplos de figura de linguagem aplicadas ao exemplo.; Palavra: 'p' na POS: 8 até 9
Achou no Texto: São exemplos de figura de linguagem aplicadas ao exemplo.; Palavra: ' ' na POS: 3 até 4
Achou no Texto: São exemplos de figura de linguagem aplicadas ao exemplo.; Palavra: 'e' na POS: 6 até 7
Achou no Texto: São exemplos de figura de linguagem aplicadas ao exemplo.; Palavra: 'p' na POS: 8 até 9
Texto:Este exemplo possui um erro semantico.
Achou no Texto: Este exemplo possui um erro semantico.; Palavra: 's' na POS: 1 até 2
Achou no Texto: Este exemplo possui um erro semantico.; Palavra: 's' na POS: 1 até 2
Achou no Texto: Este exemplo possui um erro semantico.; Palavra: 's' na POS: 1 até 2
Achou no Texto: Este exemplo possui um erro semantico.; Palavra: 's' na POS: 1 até 2
Texto:Tal qual o exemplo a seguir.
Achou no Texto: Tal qual o exemplo a seguir.; Palavra: ' ' na POS: 3 até 4
Achou no Texto: Tal qual o exemplo a seguir.; Palavra: ' ' na POS: 3 até 4
Achou no Texto: Tal qual o exemplo a seguir.; Palavra: ' ' na POS: 3 até 4
Achou no Texto: Tal qual o exemplo a seguir.; Palavra: ' ' na POS: 3 até 4
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