Blog pentaho
Entendendo o básico do Pentaho

Primeiramente, gostaria de dizer que não sou especialista em Pentaho, e que estarei escrevendo este artigo, como forma de estudo.

Pentaho é uma ferramenta de BI (business intelligence) desenvolvida pela Hitachi Vantara.

O site oficial do Pentaho é :

https://www.hitachivantara.com/en-us/products/pentaho-platform/data-catalog.html

Os softwares oficiais do pentaho, estão no próprio site do fabricante e também no git.

https://github.com/pentaho

Neste modelo, podemos ver como as coisas funcionam.

O ERP que possui os dados se conecta com a ferramenta kettkle, que extrai os dados gerando os data marts que são grandes grupos de dados extraídos do ERP.

Após importados os dados do ERP, o Schema Workbench gera e processa os dados em dimensões de dados. Que a grosso modo são os dados trabalhados, para um dado objetivo. Exemplo processamento de dados em dimensão de tempo (classificando em hierarquias como ano, mes , trimestre , etc.).

Por fim, a partir dos dados criados no schema são consumidos em OLAPs usando o Pentaho para criar relatórios e analises, dashboards.

Kettkle

O termo “Kettle” refere-se a “K.E.T.T.L.E.”, que é um acrônimo para “Kettle Extraction Transformation Transport Load Environment”. Kettle é o nome original do projeto que agora é mais comumente conhecido como “Pentaho Data Integration” (PDI).

O PDI/Kettle é uma ferramenta de integração de dados open-source.

Ele fornece funcionalidades ETL (Extract, Transform, Load – Extração, Transformação e Carga), permitindo aos usuários definir processos para extrair dados de várias fontes, transformá-los conforme necessário e, em seguida, carregá-los em sistemas de destino, como bancos de dados, data warehouses, ou outras aplicações.

O Kettle foi projetado para ser flexível e extensível, suportando uma ampla variedade de fontes de dados e destinos, transformações e operações de carga. A interface gráfica do PDI permite que os usuários “desenhem” seus processos ETL, arrastando e soltando componentes e conectando-os para definir fluxos de dados.

Algumas características notáveis do Kettle/PDI incluem:

  1. Spoon: É a interface gráfica utilizada para criar, editar e executar transformações e jobs.
  2. Pan: Permite executar transformações a partir da linha de comando.
  3. Kitchen: Permite executar jobs a partir da linha de comando.
  4. Carte: Um servidor web simples para execução remota de transformações e jobs.

O Kettle foi um dos componentes principais da suíte Pentaho quando esta foi lançada. Com o tempo, o nome “Kettle” foi um pouco ofuscado em favor de “Pentaho Data Integration”, mas muitos ainda usam os termos de forma intercambiável, especialmente aqueles que têm experiência com as versões mais antigas da ferramenta.

Schema Workbench

O “Schema Workbench” é uma ferramenta associada ao Pentaho Analysis Services (também conhecido como Mondrian).

Sua principal função é fornecer uma interface gráfica para a criação e edição de esquemas OLAP (On-Line Analytical Processing). Estes esquemas definem cubos, dimensões, hierarquias e medidas que são usadas para criar consultas multidimensionais e análises em dados armazenados em bancos de dados relacionais.

Aqui estão alguns pontos-chave sobre o papel do Schema Workbench:

  1. Definição de Cubos: Dentro de um esquema OLAP, o conceito central é o de um “cubo”. Um cubo é uma estrutura de dados multidimensional que permite a análise rápida de grandes volumes de dados a partir de diferentes perspectivas ou dimensões. Com o Schema Workbench, os usuários podem definir quais tabelas e colunas do banco de dados serão usadas para criar esses cubos.
  2. Criação de Dimensões e Hierarquias: Dimensões são categorias de análise (como tempo, geografia, produtos, etc.) e podem ter hierarquias (por exemplo, uma hierarquia de tempo pode ter ano, mês e dia). O Schema Workbench permite que os usuários definam e organizem essas dimensões e hierarquias.
  3. Medidas: Estes são os valores que você quer analisar, como vendas, custos, lucros, etc. Com o Schema Workbench, os usuários podem definir quais colunas do banco de dados representam medidas e como elas serão calculadas.
  4. Validação: Após criar ou editar um esquema, o Schema Workbench fornece ferramentas para validar o esquema para garantir que ele seja correto e funcione como esperado.
  5. Teste de Consultas MDX: MDX (MultiDimensional eXpressions) é a linguagem de consulta usada em sistemas OLAP. O Schema Workbench oferece uma interface onde os usuários podem testar suas consultas MDX para verificar os resultados do esquema recém-criado ou modificado.
  6. Exportação e Integração: Uma vez que um esquema é definido e validado, ele pode ser exportado e integrado ao servidor Pentaho Analysis (Mondrian) para ser usado em aplicações de business intelligence.

O Schema Workbench simplifica a tarefa de definir e organizar a estrutura dos dados para análise OLAP, tornando mais fácil para os desenvolvedores e analistas de BI criar soluções de análise robustas usando o Pentaho/Mondrian.

Pentaho

O Pentaho fornece um ecossistema integrado de ferramentas para business intelligence, desde a integração de dados até a visualização. O Schema Workbench, associado ao Pentaho Analysis Services (Mondrian), é usado para criar esquemas OLAP que definem como os dados são estruturados para análise multidimensional. Depois de definir um esquema com o Schema Workbench, ele pode ser usado no Pentaho para criar relatórios, análises e dashboards.

Visão Geral

Aqui está uma visão geral de como os dados dos esquemas criados no Schema Workbench são visualizados no Pentaho:

  1. Criação e Publicação de Esquemas:
    • Começa-se por usar o Schema Workbench para criar um esquema OLAP, definindo cubos, dimensões, hierarquias e medidas.
    • Após a definição do esquema, ele é publicado ou implantado no Pentaho Analysis Services (Mondrian).
  2. Pentaho User Console (PUC):
    • O PUC é a interface web central para acessar e trabalhar com as ferramentas de BI do Pentaho.
    • Dentro do PUC, os usuários podem criar novas análises OLAP usando os esquemas publicados. Estas análises permitem aos usuários arrastar e soltar dimensões e medidas para criar tabelas pivot, gráficos e outros tipos de visualizações.
    • Os usuários também podem criar relatórios e dashboards que incorporam visualizações baseadas em análises OLAP.
  3. Saiku:
    • Saiku é um plugin popular para o Pentaho que oferece uma interface intuitiva para criar análises OLAP. Ele pode conectar-se diretamente aos esquemas definidos no Schema Workbench.
    • Saiku permite aos usuários explorar dados, realizar drill-down e drill-up, filtrar dados e criar visualizações, tudo em uma interface drag-and-drop.
  4. Dashboards:
    • Os esquemas OLAP criados no Schema Workbench também podem ser usados como fontes de dados para dashboards no Pentaho.
    • Estes dashboards podem combinar visualizações OLAP com outros tipos de conteúdo, como relatórios, gráficos, mapas e mais.
  5. Performance:
    • Os esquemas definidos no Schema Workbench e visualizados no Pentaho aproveitam a capacidade do Mondrian de executar consultas MDX (MultiDimensional eXpressions) rapidamente, permitindo que os usuários analisem grandes volumes de dados em tempo real.

Em resumo, o Schema Workbench é usado para definir a estrutura dos dados para análise multidimensional. Uma vez definidos e publicados, esses esquemas são a base para a criação de análises, relatórios e dashboards no ecossistema Pentaho, permitindo aos usuários visualizar e explorar seus dados de várias maneiras.

Óptica
Exercício Óptica 28/09

1- Uma lente plano-convexa imersa no ar (n=1,0) apresenta índice de refração de 1,4 e raio de curvatura igual a 10cm. Assinale , entre as alternativas a seguir, aquela que corresponde a distancia focal dessa lente.

a) 25m

b 0,25m

c) 0,5m

d) 0,05m

e) 0,4m

\[ {{1 }\over{ f}} = {(n-1)} ({1\over R1} – {1 \over R2})\]

Dado que a lente está imersa no ar com índice de refração =1n ar​=1, então:

1/f = (1,4 -1) (1/10 -0)

1/f = 0,4 * 0,1

1/f = 0,04

Então 0,04f= 1=> 25 cm ou em metros 0,25m , resposta B

Exercício 2

Duas lentes delgadas e convergentes, de distâncias focais f1=10cm e f2=40cm , foram justapostas para se obter uma maior vergência. Qual a convergência obtida com essa associação é , em dioptrias? (Lembrando que Ct= C1 + C2)

Onde :

\[C ={1 \over f}\]

f é a distancia focal da lente (metros)

C é a convergência da lente (em dioptrias)

Dado que:

f1 = 10cm = 0,1m

f2 = 40cm = 0,4m

Então as convergências da lentes são

C1= 1/f1 => 1/0,1 = 10D

C2 = 1/f2 => 1/0,4 = 2,5 D

A convergência total Ct para duas lentes justapostas é a soma das suas convergencias individuais:

Ct = C1 + C2

Ct = 10D + 2,5D

Ct = 12,5 D

Portanto, a convergência obtida com essa associação é 12,5 dioptrias.

Sistemas Analogicos I
Exercícios de Elementos de Eletrônica

Trabalho para 29/09/2023

Questão 1

Um capacitor consegue armazenar cargas de até 1 nC para uma diferença de potencial entre suas placas de 1 mV, Calcule o módulo da capacitância desse dispositivo.

Resposta:

Baseado na função

\[C = { Q\over V} \]

Onde C é a capacitância em Farads.

Q é a carga armazenada em Coulombs C

V é a voltagem Volts

Substituindo

Q = 1nC e V= mV

\[Q = 1 * 10 ^{-9}C\]
\[V = 1 * 10 ^{-3}V\]

Resolvendo a questão

\[C= {{1* 10 ^{-9}}\over{1 * 10 ^{-3}}}\]
\[C = 1 * 10^{-6} F\]

ou C = 1 uF

Desenho Assistido por computador
Aula AUTOCAD 28/09/2023

Perspectiva Isométrica no AUTOCAD

Click em desenho isométrico

Desenhar o cubo , não esquecendo de mudar as vistas.

Para mudar a orientação da cota.

Anotação > Cotas >Inclinar

Seleciona a cota, depois da ENTER, depois indica a orientação que será aplicada ENTER.

Para colocar o tracejado.

Crie uma linha, depois selecione por camada

Em seguida Abra a lista, Outros.

Aparecerá um menu, GERENCIADOR de TIPOS de Linha

Botão CARREGAR

Selecione o tipo de tracejado que quer carregar

Agora selecione a linha e mude para o padrão que quer que apareça.

IA
Analise de Fases de um projeto de Machine Learning

Este artigo aborda parte do curso de machine learning do cursera: mlops-findamentals-br

https://www.coursera.org/learn/mlops-fundamentals-br

Módulo Ciclo de vida do machine learning

Fases do Machine Learning:

  • Descoberta
  • Desenvolvimento
  • Implantação

Fase de Descoberta, estabelecer o que será feito, apresentando o objetivo que deve ser alcançado.

Nessa fase estabelece o entendimento dos dados, apresentando as bases que serão utilizados no modelo de treinamento.

Nesta etapa serão escolhidas as ferramentas e tecnologias que serão utilizadas.

Etapa de Desenvolvimento

São duas bem distintas

Etapa de dados – Caracterizada pela limpeza de dados, extração e transformação. Nesta etapa visa garantir que as operações necessárias para os casos levantados na etapa de descoberta, sejam atendidos.

Etapa de programação – Pode ser dividida ainda em duas atividades

Etapa validação dos modelos e dados propostos – consiste na primeira etapa de validação dos modelos , permitindo checar se os modelos propostos realmente tem aderência , checando os modelos com a base de dados elencada na etapa de dados.

Durante a primeira etapa de validação, pode haver necessidade de interação com etapa de Descoberta, onde novos requisitos sejam vistos, bem como mudanças nos requisitos e validações previamente elaborados.

Após concluída a primeira etapa de validação, desenvolve-se o modelo que será utilizado. Criando as estruturas e funcionalidades totais, criando uma versão de produção, com modelos de dados e codificação que atendam todos os requisitos funcionais do projeto.

Etapa de Implantação

Na etapa de implantação o modelo e processos necessários a produção das informações e o processamento dos dados já foram resolvidas nas duas etapas anteriores, porem ainda existe a necessidade de resolver de hospedagem.

Perguntas que devem ser respondidas nesta etapa.

Arquitetura de infraestrutura que será utilizada para implantar em produção.

Arquitetura de desenvolvimento e homologação.

Armazenamento de dados

Gerenciamento e monitoramento

Quanto a implantação dos modelos em produção podemos conceituar.

  • Nível 0 – Construção e implantação de modelos e treinamento
  • Nível 1 – Automação de treinamento de modelos
  • Nível 2 – Automação de Treinamento , automação de validação e implantação totalmente automatizada.

MNote2
MEDIT 2.28

Nesta nova versão foi modificado o layout do FIND, tornando mais parecido com os editores tradicionais.

A listagem de itens encontrados foi incluído na tela principal, conforme apresentado.

Desenho Assistido por computador
Instalando AUTODESK Inventor – FATECRP

A Conta de estudante da FATEC RP permite instalar versão de 1 ano.

Segue o procedimento de instalação.

Faça o cadastro no site, da autodesk com seu email da fatec.

Para mais informações sobre o cadastro veja o artigo:

Após cadastrado.

Entre no link com seu usuário.

https://www.autodesk.com/education/edu-software/overview?sorting=featured&filters=individual#card-invprosa

Selecione Inventor Professional 2024, e baixe o instalador.

Click no botão avançar, e em seguida em avançar.

Ele irá perguntar algumas informações sobre produtos. Siga o padrão, de avançar.

Aguarde a instalação do software.

Agora nesta etapa, basta entrar na aplicação com seu usuário para registrar a aplicação.

E finalmente, ter acesso ao aplicativo.

Sem categoria
Instalando AUTOCAD conta de estudante da FATECRP

A Autodesk, possui uma parceria com a FATEC (Centro Paula Souza) o que permite aos alunos e professores utilizar licença de estudante de todos os seus produtos.

Neste tópico, irei apresentar como instalar o AUTOCAD em uma máquina.

Cadastro

Primeiramente o aluno deve entrar no site da autodesk, o link:

https://www.autodesk.com.br/education/home

Crie um cadastro vinculando seu email da fatec. Para isso é necessário pegar algumas informações no site:

https://siga.cps.sp.gov.br/aluno/home.aspx

Capture a tela onde fica suas informações , e prepare pois será necessário na etapa em que pedem que comprove com imagem. A capa com a foto e seu RA será necessário.

Após o cadastro, será solicitado que aguarde 20 minutos, para validação dos dados.

Após esse período o site disponibiliza o acesso a todos os produtos.

Instalando o Autocad

Após ter feito o cadastro no site da autodesk, entre no seguinte link:

https://www.autodesk.com/education/edu-software/overview?sorting=featured&filters=individual#card-acdist

Selecione o autocad, e baixe o produto.

Ao fazer isso, o software será baixado em sua máquina.

Rode o instalador, o que irá preparar a instalação, conforme apresentado nos passos a seguir.

Em seguida minha maquina, pediu para fazer algumas atualizações. E foi reiniciada.

Logo após o termino da reinicialização,

O autodesk, já entrou com a seguinte tela.

Click em instalar, e aguarde o termino da instalação.

Por fim, a instalação esta concluída.

Iniciando AUTOCAD

Agora iremos finalizar com primeiro acesso.

Click em Iniciar, e vamos dar inicio a aplicação

Ao entrar no autocad, será necessário novamente vincular seu usuário e conta.

Agora o AUTOCAD irá entrar no browser, e pedirá para vc logar com sua conta.

Pronto

Pronto instalação finalizada.

Óptica
Exercícios de Optica Técnica

1-A luz amarela se propaga em um determinado vidro com velocidade de 200.000 km/s. Sendo 300.000 km/s a velocidade da luz no vácuo, determine o índice de refração absoluto do vidro para a luz amarela.

O indice de refração absoluto n é definido pela função

\[n = c/v\]

c = 300.000 km/s

v = 200.000 km/s

Ficando n = 1.5

2-Um raio de luz atravessa a interface entre o ar e um líquido desconhecido, mudando sua direção conforme mostra a figura abaixo. Sabendo que o índice de refração do ar é 1, calcule o índice de refração do líquido. Dados: sen35º = 0,57 e sen20º = 0,34.

Para o calculo de indice do liquedo, usamos a lei de Snell.

\[n1 * sin O1 = n2 * sin O2 \]

Onde:

  • n1​ é o índice de refração do primeiro meio (neste caso, o ar).
  • n2​ é o índice de refração do segundo meio (neste caso, o líquido desconhecido).
  • θ1​ é o ângulo de incidência no primeiro meio.
  • θ2​ é o ângulo de refração no segundo meio.

n1 =1, θ1 = 35 graus; θ2 = 20 graus.

Ficando sin 35 = 0,57 e sin20 = 0,34

Ficando o indice = 1.676470588235294

3-A luz atravessa um material feito de plástico com velocidade v = 1,5 x 108 m/s. Sabendo que a velocidade da luz no vácuo é 3,0 x 108 m/s, calcule o índice de refração do plástico

\[n = c/v\] \[c = 3 * 10 ^8 m/s\] \[v = 1.5 * 10 ^8 m/s\]

4-Considere um objeto de 12 cm colocado a 10 cm de um espelho esférico convexo. Sabendo que a imagem é virtual e possui 6 cm de altura, a distância da imagem até o vértice do espelho e o raio de curvatura deste espelho são, valem quanto?

Espelho Esférico:

\[ 1/f = 1/(d0) + 1/(di) \]

Espelho convexo: 6/12 = 0.5

5-A distância focal de uma lente convergente é 15 cm. Caracterize as imagens formadas como real ou virtual, direita ou invertida, menor ou maior para um objeto colocado nas seguintes posições em relação a essa lente:

  • a) objeto localizado a 40 cm da lente;
  • b) objeto localizado a 25 cm da lente;
  • c) objeto localizado a 10 cm da lente.

Segundo a equação de Gauss

\[ 1/f = 1/(d0) + 1/(di) \]

Para f = 15cm , podemos

a ) objeto localizado a 40cm da lente

A imagem é real , pois di = 24 cm (positivo)

b) objeto localizado a 25 cm da lente

a imagem é real, pois di = 37,5 cm (positivo)

A imagem é invertida , pois todas as imagens reais formadas por lentes convergentes são invertidas.

A imagem é maior que o objeto pois di > d0

c) Objeto localizado a 10cm da lente

A imagem é virtual, pois di = -30cm (negativo)

A imagem é direita , pois todas as imagens virtuais formadas por lentes convergentes sao direitas.

A imagem é maior que o objeto , pois di > d0.

6-Um objeto está sobre o eixo óptico e a uma distância p de uma lente convergente de distância f. Sendo p maior que f e menor que 2f, pode-se afirmar que a imagem será:

a) virtual e maior que o objeto;

b) virtual e menor que o objeto;

c) real e maior que oobjeto;

d) real e menor que o objeto;

e) real e igual ao objeto.

Usando Gauss.

f < d0 <2f, a imagem maior que objeto.

A questão correta é C

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